sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
terça-feira, 13 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
DISSERTAÇÃO ARGUMENTATIVA
JÁ QUE NESTE FIM DE SEMANA
ACONTECERÁ O ENEM, RESOLVI POSTAR ALGUMAS DICAS PARA A DISSERTAÇÃO.
Olha, gente, essas dicas são
como as formas de bolo. Se vocês completarem corretamente os espaços, tudo dará
certo.
Essa dissertação é para ser
feita com cinco parágrafos de mais ou menos cinco linhas cada. Somando tudo
teremos uma redação de vinte e cinco linhas.
1º PARÁGRAFO
OPINIÃO + 1 ARGUMENTO + 2
ARGUMENTO + 3 ARGUMENTO
É DE CONHECIMENTO GERAL QUE
EM PLENO SÉCULO XXI, (OPINIÃO), POIS (1º ARGUMENTO), ALÉM DE (2º ARGUMENTO) E (3º
ARGUMRNTO).
ARGUMENTO = O PORQUÊ =
2º PARÁGRAFO
EXPLICAR O 1º ARGUMENTO
PERCEBE-SE ...
3º PARÁGRAFO
EXPLICAR O 2º ARGUMENTO
SABE-SE ...
4º PARÁGRAFO
EXPLICAR O 3º ARGUMENTO
NOTA-SE ...
5º PARÁGRAFO
TENDO EM VISTA OS ARGUMENTOS
APRESENTADOS + (REAFIRMAÇÃO DA OPINIÃO) +( DESEJO FINAL OU SUGESTÃO)
OUTRAS FORMAS DE INICIAR A CONCLUSÃO (5º PARÁGRAFO)
DESSA FORMA...
SENDO ASSIM...
EM VIRTUDE DO QUE FOI MENCIONADO...
ASSIM...
POR TUDO ISSO...
DADO O EXPOSTO...
TENDO EM VISTA OS ASPECTOS OBSERVADOS...
É isso aí gente! Espero que ilumine vocês essa pequena dica. Meu desejo é SUCESSO. O sucesso do aluno é o meu sucesso.
sábado, 15 de setembro de 2012
Parabéns aos alunos que participaram do desafio que eu coloquei em relação às variedades linguísticas. Gostei dos comentários. Nosso objetivo foi alcançado, entendemos que o preconceito linguístico deve ser combatido e ainda que a língua padrão e coloquial apresentam riquezas e que todas a variantes têm seu valor.
ENTREVISTA COM EVANILDO BECHARA
Olha só gente, o que o Professor Evanildo Bechara fala a respeito de nossa língua e essa questão de ensino de gramática. Concordo perfeitamente com ele, Nós, professores, devemos mostrar toda a beleza de nosso idioma. A língua deve ser usada de uma forma PRÁTICA, isso é liberdade, escolher a variedade linguística mediante a necessidade.
Acompanhe o link com a entrvista.
http://www.youtube.com/watch?v=LUQFzMIGKo0
Acompanhe o link com a entrvista.
http://www.youtube.com/watch?v=LUQFzMIGKo0
PAIDEIA
História
Inicialmente, a palavra paideia (de paidos - criança)
significava simplesmente "criação de meninos". Mas, como veremos, este
significado inicial da palavra está muito longe do elevado sentido que
mais tarde adquiriu.
O termo também significa a própria cultura construída a partir da
educação. Era o ideal que os gregos cultivavam do mundo, para si e para
sua juventude. Uma vez que o governo próprio era muito valorizado pelos
gregos, a Paideia combinava ethos (hábitos) que o fizessem ser
digno e bom tanto como governado quanto como governante. O objetivo não
era ensinar ofícios, mas sim treinar a liberdade e nobreza. Paideia
também pode ser encarada como o legado deixado de uma geração para outra
na sociedade.
Do significado original da palavra paideia como criação de meninos, o
conceito alarga-se para, no século IV a.C., adquirir a forma
cristalizada e definitiva com que foi consagrado como ideal educativo da
Grécia clássica.
Como diz Jaeger (1995), os gregos deram o nome de paideia a "todas as
formas e criações espirituais e ao tesouro completo da sua tradição,
tal como nós o designamos por Bildung ou pela palavra latina,
cultura." Daí que, para traduzir o termo paideia "não se possa evitar o
emprego de expressões modernas como civilização, tradição, literatura,
ou educação; nenhuma delas coincidindo, porém, com o que os gregos
entendiam por paideia. Cada um daqueles termos se limita a exprimir um
aspecto daquele conceito global. Para abranger o campo total do conceito
grego, teríamos de empregá-los todos de uma só vez." (Jaeger, 1995: 1).
A paideia, vem a significar "cultura entendida no sentido
perfectivo que a palavra tem hoje entre nós: o estado de um espírito
plenamente desenvolvido, tendo desabrochado todas as suas virtualidades,
o do homem tornado verdadeiramente homem" (Marrou, 1966: 158).
Paideia na atualidade
Mortimer Adler - um filósofo norte-americano
- tenta, com sua produção científica, resgatar a paideia hoje, na nossa
contemporaneidade. Ele destaca a importância de ler, estudar e
apreender as ideias dos grandes pensadores, e a vida toda, lutou por
isso.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
ATIVIDADE ORIENTADA
OLÁ, MEUS QUERIDOS! VAMOS TESTAR NOSSOS CONHECIMENTOS EM UMA ATIVIDADE DE PESQUISA EM GRUPO.
A PRIMEIRA ATITUDE É LER ATENTAMENTE O TEXTO E DEPOIS FAZER O QUE SE PEDE LOGO ABAIXO:
OLÁ, MEUS QUERIDOS! VAMOS TESTAR NOSSOS CONHECIMENTOS EM UMA ATIVIDADE DE PESQUISA EM GRUPO.
A PRIMEIRA ATITUDE É LER ATENTAMENTE O TEXTO E DEPOIS FAZER O QUE SE PEDE LOGO ABAIXO:
1 1. ENCONTRAR OS
SIGNIFICADOS DOS REGIONALISMOS (USE O GOOGLE OU QUALQUER OUTRO SITE DE BUSCA - TAMBÉM SUGIRO PÁGINA www.dicionarioinformal.com.br)
2 2-
PRODUZIR UM TEXTO COMENTANDO SE EXPRESSÕES REGIONAIS CONSEGUEM COMUNICAR OU DEVEM SER CONSIDERADAS ERRADAS - PARA ISSO PESQUISE O QUE É PRECONCEITO LINGUÍSTICO E POLISSEMIA
3- ENVIAR TEXTOS PARA obemamado@hotmail.com ou comentar a postagem no blog.
TEXTO ( Não se assustem, não estou ficando louco esse texto é um cordel e meu objetivo é mostrar regionalismos)
Ela
deu o tabaco e ele levou fumo
(Dalinha Catunda)
Essa vida de bodegueiro,
Não é brincadeira não.
Na venda de fumo de rolo,
Foi a maior confusão.
E quem quase levou fumo,
Foi a mulher do patrão.
Um sujeito todo xistoso
Queria tabaco comprar.
A mulher do bodegueiro,
Que não sabia despachar.
Arrumou uma encrenca
Que depois vou lhes contar.
Primeiro eu vou contar,
A aventura de seu Zé.
Que queria comprar fumo,
Mas sabe como é que é,
Com bodegueiro invocado,
Quase levou ponta pé
Seu Zé chegou à bodega,
Querendo fumo comprar.
Espiou bem os bons rolos.
Chegando a se arrepiar
Diante de tanta fartura.
Bom fumo ele iria levar.
Perguntou ao bodegueiro,
Que atendia no balcão.
Quais os tipos de fumo
Qual a melhor sugestão
O bodegueiro prestimoso
Deu-lhe toda a atenção.
Esse aqui é um fumo bom
Acredite meu senhor.
O freguês cheirou o fumo
E em seguida espirrou.
Pediu outro mais forte.
Aquele não lhe agradou.
O atendente atencioso
Não tardou a lhe ofertar,
Um novo rolo de fumo
Para ele então apreciar,
Dessa vez além do espirro,
Ouviu-se um peido no ar.
Pensando que o espirro,
Conseguira o peido abafar
Pediu ao comerciante,
Um mais forte pra cheirar.
E o bodegueiro alterado
Rasgou o verbo a falar.
Meu amigo francamente,
É bem difícil lhe agradar,
No primeiro você espirrou,
No segundo chegou a peidar.
Se usar um fumo mais forte,
No recinto você vai cagar.
Por isso o senhor se retire,
Antes que eu faça besteira.
Estou aqui trabalhando,
E não sou de brincadeira.
Se quer mesmo levar fumo,
Conheço outras maneiras.
O comprador aperreado,
Foi tratando de se afastar
O bom fumo que ele queria,
Mas não consegui comprar,
De outro fumo diferente,
Não estava ali pra provar.
A mulher viu que marido,
Estava cheio de aflição.
De pressa tomou a frente,
Foi atender ao balcão
Mas novamente pintou
Sintomas de confusão.
Ela pouco experiente,
Ignorando mercadorias.
Escutou de um sujeito,
E achou que era putaria,
Um pergunta inofensiva
Que o pobre diabo fazia
A senhora tem tabaco?
Perguntou o tal cidadão.
Tenho sim desaforado,
Mas não é pro teu bico não.
Tenha comigo respeito,
Ou então lhe enfio a mão.
Que cara mais safado,
Que sujeitinho atrevido,
Merece boas pauladas,
E tapas no pé do ouvido,
Ou mesmo virar defunto,
Por obra de meu marido.
O cabra arregalou os olhos,
Não entendendo a questão.
Quanto mais ele falava,
Mais vinha complicação.
Queria provar com o dedo,
E era ali mesmo no balcão!
Senhora não estou pedindo,
Eu quero mesmo é comprar.
Se for bem cheirosinho,
Pode até o dobro cobrar.
Que sou viciado em tabaco
E pago o que for pra cheirar
A mulher ficou vermelha,
Estava prestes a explodir.
Indignada com a proposta,
Que acabara de ouvir
A cara do sujeitinho,
Até pensou em partir.
O homem ficou passado,
Sem saber bem o que dizer.
A mulher bufava de raiva,
E ele sem nada entender.
Só por causa de um tabaco
Ela estava a se ofender.
A polícia foi chamada.
Veja só que confusão.
O marido e os filhos,
Bateram no cidadão.
Que queria a todo custo,
O tabaco em sua mão.
Quando a polícia chegou,
Botou ordem na bodega.
E o sujeito com razão,
A sua inocência alega.
E os insultos alegados
Com veemência ele nega.
O freguês ficou parado,
E a mulher falou: Qual é?
Minha senhora só queria,
Umas graminhas de rapé
Um pouquinho de torrado,
E depois eu dava no pé.
Foi então que a polícia,
Marido e filho deram fé,
Chegaram a conclusão,
Que o tabaco era rapé,
Torrado pra se cheirar,
E não bicho de mulher
Por isso meu amigo
Preste muita atenção
Na hora de comprar fumo
E querer tabaco na mão.
Pois acaba levando fumo.
Quem deles faz confusão.
Quando tudo se ajeitou,
E acabou a confusão.
Seu Zé saiu satisfeito
Levando o fumo na mão
E até saiu sorrindo
Com aquela arrumação.
A mulher do bodegueiro,
Depois de se acalmar.
Foi logo dando o tabaco.
Que o moço queria usar.
Daquela hora em diante,
Reinou a paz no lugar.
Se você quer levar fumo,
Ou um tabaco de primeira,
Meça bem suas palavras.
E não vá fazer besteira,
Pois fica sempre na mão,
Aquele que faz asneira.
(Dalinha Catunda)
Essa vida de bodegueiro,
Não é brincadeira não.
Na venda de fumo de rolo,
Foi a maior confusão.
E quem quase levou fumo,
Foi a mulher do patrão.
Um sujeito todo xistoso
Queria tabaco comprar.
A mulher do bodegueiro,
Que não sabia despachar.
Arrumou uma encrenca
Que depois vou lhes contar.
Primeiro eu vou contar,
A aventura de seu Zé.
Que queria comprar fumo,
Mas sabe como é que é,
Com bodegueiro invocado,
Quase levou ponta pé
Seu Zé chegou à bodega,
Querendo fumo comprar.
Espiou bem os bons rolos.
Chegando a se arrepiar
Diante de tanta fartura.
Bom fumo ele iria levar.
Perguntou ao bodegueiro,
Que atendia no balcão.
Quais os tipos de fumo
Qual a melhor sugestão
O bodegueiro prestimoso
Deu-lhe toda a atenção.
Esse aqui é um fumo bom
Acredite meu senhor.
O freguês cheirou o fumo
E em seguida espirrou.
Pediu outro mais forte.
Aquele não lhe agradou.
O atendente atencioso
Não tardou a lhe ofertar,
Um novo rolo de fumo
Para ele então apreciar,
Dessa vez além do espirro,
Ouviu-se um peido no ar.
Pensando que o espirro,
Conseguira o peido abafar
Pediu ao comerciante,
Um mais forte pra cheirar.
E o bodegueiro alterado
Rasgou o verbo a falar.
Meu amigo francamente,
É bem difícil lhe agradar,
No primeiro você espirrou,
No segundo chegou a peidar.
Se usar um fumo mais forte,
No recinto você vai cagar.
Por isso o senhor se retire,
Antes que eu faça besteira.
Estou aqui trabalhando,
E não sou de brincadeira.
Se quer mesmo levar fumo,
Conheço outras maneiras.
O comprador aperreado,
Foi tratando de se afastar
O bom fumo que ele queria,
Mas não consegui comprar,
De outro fumo diferente,
Não estava ali pra provar.
A mulher viu que marido,
Estava cheio de aflição.
De pressa tomou a frente,
Foi atender ao balcão
Mas novamente pintou
Sintomas de confusão.
Ela pouco experiente,
Ignorando mercadorias.
Escutou de um sujeito,
E achou que era putaria,
Um pergunta inofensiva
Que o pobre diabo fazia
A senhora tem tabaco?
Perguntou o tal cidadão.
Tenho sim desaforado,
Mas não é pro teu bico não.
Tenha comigo respeito,
Ou então lhe enfio a mão.
Que cara mais safado,
Que sujeitinho atrevido,
Merece boas pauladas,
E tapas no pé do ouvido,
Ou mesmo virar defunto,
Por obra de meu marido.
O cabra arregalou os olhos,
Não entendendo a questão.
Quanto mais ele falava,
Mais vinha complicação.
Queria provar com o dedo,
E era ali mesmo no balcão!
Senhora não estou pedindo,
Eu quero mesmo é comprar.
Se for bem cheirosinho,
Pode até o dobro cobrar.
Que sou viciado em tabaco
E pago o que for pra cheirar
A mulher ficou vermelha,
Estava prestes a explodir.
Indignada com a proposta,
Que acabara de ouvir
A cara do sujeitinho,
Até pensou em partir.
O homem ficou passado,
Sem saber bem o que dizer.
A mulher bufava de raiva,
E ele sem nada entender.
Só por causa de um tabaco
Ela estava a se ofender.
A polícia foi chamada.
Veja só que confusão.
O marido e os filhos,
Bateram no cidadão.
Que queria a todo custo,
O tabaco em sua mão.
Quando a polícia chegou,
Botou ordem na bodega.
E o sujeito com razão,
A sua inocência alega.
E os insultos alegados
Com veemência ele nega.
O freguês ficou parado,
E a mulher falou: Qual é?
Minha senhora só queria,
Umas graminhas de rapé
Um pouquinho de torrado,
E depois eu dava no pé.
Foi então que a polícia,
Marido e filho deram fé,
Chegaram a conclusão,
Que o tabaco era rapé,
Torrado pra se cheirar,
E não bicho de mulher
Por isso meu amigo
Preste muita atenção
Na hora de comprar fumo
E querer tabaco na mão.
Pois acaba levando fumo.
Quem deles faz confusão.
Quando tudo se ajeitou,
E acabou a confusão.
Seu Zé saiu satisfeito
Levando o fumo na mão
E até saiu sorrindo
Com aquela arrumação.
A mulher do bodegueiro,
Depois de se acalmar.
Foi logo dando o tabaco.
Que o moço queria usar.
Daquela hora em diante,
Reinou a paz no lugar.
Se você quer levar fumo,
Ou um tabaco de primeira,
Meça bem suas palavras.
E não vá fazer besteira,
Pois fica sempre na mão,
Aquele que faz asneira.
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